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Deputado Arilson defende o uso de recurso público para baratear pedágio no Paraná

Tornar o pedágio mais barato ao paranaense. Mais uma vez, o deputado Arilson Chiorato (PT) apresentou alternativa ao modelo desenhado pelo Governo Bolsonaro e defendido pelo Governo Ratinho. A opção foi apresentada durante a sessão plenária desta segunda-feira (22/05) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Trata-se de novo modelo de investimentos em que a União poderá pagar parte das obras de concessões, para destravar investimentos estratégicos e reduzir o valor do pedágio.

A informação, conforme reportou o deputado Arilson em sua fala, é pública e consta na edição do Jornal O Globo desta terça-feira. Segundo a reportagem, o Governo Federal prepara um novo modelo para estimular investimentos privados em estradas, aproveitando maior espaço para investimentos públicos que será consolidado pelo novo arcabouço fiscal.

“Primeiramente, eu parabenizo o Governo Lula pela iniciativa de assumir o risco de grandes obras e, com isso, garantir tarifas mais baixas. Porém, quero saber o motivo pelo qual o Paraná não é citado nesse projeto? A pressa e a pressão feita pelo Governador Ratinho em acelerar as negociações do pedágio era para isso? Para garantir o modelo desenhado por Tarcísio e Bolsonaro? Modelo esse que só beneficia as concessionárias”, pontuou.

O deputado Arilson prosseguiu: “Lendo a matéria do O Globo, eu entendi porque a Frente Parlamentar, extinta por manobras políticas do Governo, incomodava tanto, pois defendia pontos muito semelhantes na busca de soluções por um pedágio mais barato. Sobre o modelo Bolsonaro/Tarcísio, que também pode ser chamado de Ratinho/Sandro Alex, diferente da propaganda, não deixará nada de inovador ao Paraná, apenas dor. E, o então, modelo caipira, como o governador se referiu ao modelo mais em conta, será feito no resto do Brasil, e o Paraná continuará com as tarifas mais caras”.

Em sua fala, o deputado Arilson pediu aos 54 deputados estaduais, aos 30 deputados federais e aos 3 senadores, união para que o Paraná não fique de fora do modelo que será discutido com o resto do Brasil. “A pressa só irá prejudicar os paranaenses. No último fim de semana, fui a Foz do Iguaçu e, no trecho entre Campo Mourão e Cascavel, não encontrei um buraco, ou seja, o Governo Federal assumiu os reparos corretivos e tem feito o seu trabalho”, exemplificou.

No novo modelo apresentado pelo Ministério dos Transportes, o Governo Federal injetaria recursos públicos com o objetivo de garantir obras específicas, como túneis e infraestruturas com alto risco financeiro associado, além de estimular inovações, como cobrança eletrônica de pedágio, sem cabines e cancelas.

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