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Política do ódio vai ser derrotada nas urnas em outubro, diz deputado Arilson

A política do ódio, que está levando o Brasil à fome, vai sofrer uma derrota esmagadora no primeiro turno. Bolsonaro vai ser o primeiro presidente da República a não se reeleger na nossa história”, afirmou nesta segunda-feira (22) o deputado Arilson Chiorato (PT), líder da Oposição, em discurso na Assembleia Legislativa (Alep).

Parafraseando o historiador Leandro Karnal, Arilson disse que “o ódio é uma interrupção no pensamento e uma irracionalidade paralisadora. Como pensar é árduo, odiar é fácil. O ódio é o ópio da mente”.

Para o deputado, Bolsonaro não tem nada a mostrar para o País e usa a política do ódio para atacar Lula.

“A vida é curta para perder tempo com pessoas que falam do ódio, praticam o ódio, espalham ódio. Quando você tem uma candidatura que está naufragando, quando tem um País que não tem projeto, com economia insustentável, passa a usar o ódio como ferramenta política, usar o ódio para agredir o adversário. É isto que estamos vendo. O Brasil tem 33 milhões de pessoas passando fome, 65 milhões de pessoas subnutridas, um caos social, pessoas morrendo, e aí vêm agredir o Lula”.

Deputado Arilson destacou que Bolsonaro espalha o ódio e ataca Lula porque o ex-presidente lidera as pesquisas à presidência desde o ano passado.

“É muito simples tirar o problema de quatro anos de incompetência e agredir o outro candidato porque ele lidera, há um ano e meio, as pesquisas eleitorais, sem cair nenhum ponto neste período. A política do ódio não dá certo, provocou o caos, provocou a negação da vacina, a negação da ciência, este ódio quer acabar com o SUS. É o mesmo ódio que faz a entrega do Estado brasileiro, a entrega dos recursos naturais, das estatais. Não tem como um líder nacional zombar da falta de ar das pessoas na covid, que matou 680 mil brasileiros!”

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